MONSTRUÁRIO Vol.2

SINOPSE:

            Em um mundo onde todos são obrigados a registrar seu monstro em um departamento do governo, Lucia Drummond, que trabalha digitalizando antigas fichas de monstro, encontra uma pessoa sem monstro. Quem é essa pessoa e o que significa viver sem monstro... ou seja, sem medo?

 

            A busca de Lucia Drummond pela verdade sobre Darcy e o real papel dos monstros na vida das pessoas continua em Ouro Preto, onde estão os arquivos do Departamento de Monstruário do Hospital de Barbacena. Sua jornada, arrancando-a da inércia de uma vida burocrática, a levou ao encontro de pessoas peculiares e estranhos lugares, mas a poucas respostas.

 

            Agora, Lucia precisa compreender qual é o significado de seu monstro, o Banshee, enquanto revisita seu passado e suas relações, numa investigação profunda que trará conclusões poderosas através da única forma de conhecimento que pode salvá-la: o conhecimento de si própria.

 

            Mas, quando há a necessidade de confrontar seu próprio medo, estaria Lucia olhando para seu monstro, para o abismo ou para um espelho?

 

            Nesta sequência direta da história iniciada em Monstruário Vol.1 (2017), os autores abrem, mais uma vez, as portas para esse universo de monstros pessoais e seus empoeirados arquivos. Em rota direta para a conclusão da saga de Lucia, os leitores novamente são convidados a refletir sobre seus próprios monstros: quais são seus medos reais, e como eles agem para limitar suas vidas… ou para impulsioná-los à verdade sobre si mesmos.

 

EQUIPE CRIATIVA:

Roteiro: Lucas Oda

Arte: Mario Cau

Cores: Danilo Freitas

Projeto Gráfico: Maria Paula

Letras: Cadu Simões

 

 

CITAÇÕES:

“Você nunca teve a sensação que sempre conversa com alguém? Um alguém que está o tempo todo contigo? Que silenciosamente te escuta e sutilmente te inspira? “Monstruário”, embora possa ser aterrador num primeiro momento, com essa trama de uma realidade onde monstros pessoais são catalogados, é, na verdade, imerso num lirismo e poesia que nos embala, nos assusta e principalmente nos coloca no caminho (se já não estivermos) do entendimento do que é importante termos para vivermos e convivermos neste mundo.”

- Laudo Ferreira, quadrinista.

 

 

“Testemunhamos tempos estranhos. Preconceito, ódio, obscurantismo e principalmente falta de empatia têm suas vozes amplificadas (e até legitimadas). E o medo, esse sentimento primordial, está permeando a vivência de quem não compactua com propostas velhas e perigosas.

Ainda não sabemos o que virá pela frente, mas se tem algo que eu gostaria que ficasse claro na sua leitura do “Monstroverso” é que uma sociedade regida pela ignorância, medo e preconceito não tem como dar certo. Seu futuro está, inegavelmente, comprometido.

A nós, que somos livres, resta lutar para que não deixemos o nosso medo tomar conta, nem o medo infundado nutrido por “eles” vire regra. (..) Sejamos maiores que os medos.”

 

- Mario Cau, quadrinista e coautor, de seu prefácio.

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